Obra enfoca as visões da santa Hildegarda de Bingen | Paulus Editora

Releases

29/04/2015

Obra enfoca as visões da santa Hildegarda de Bingen

Por Imprensa

Indicar a um amigo:





Ficha Técnica
Título: Scivias (Scito Vias Domini) – Conhece os caminhos do Senhor
Autor: Hildegarda de Bingen
Acabamento: Grampeado
Páginas: 776
Formato: 13,5 cm x 21 cm

Publicado pela PAULUS Editora, Scivias foi escrito de forma literal pela própria freira alemã doutora da Igreja, sobre as suas 26 visões

Scivias (Scito Vias Domini) – Conhece os caminhos do Senhor foi escrito pela santa e doutora da Igreja Hildegarda de Bingen (1098-1179). O livro apresenta as 26 visões da monja alemã do século XII, escritas inicialmente no formato literal, da forma como a religiosa as concebeu e em seguida são explicadas exegeticamente.

Entre os assuntos das suas visões estão temas como a caridade de Cristo, a natureza do universo, o reino de Deus, a queda do ser humano, a santificação e o fim do mundo. O livro é principalmente especial para historiadores e teólogas feministas, pois elucida a vida das mulheres medievais, sendo um exemplo impressionante, de certa maneira, da espiritualidade cristã.

Hildergarda de Bingen, considerada mística, profetisa e moralista política também era apreciada como oráculo e escreveu sobre muitos assuntos como doutrinas e medicina.

Outras temas que a santa coloca com destaque especial em suas visões são as questões relacionadas aos sacramentos do matrimônio e da eucaristia, em resposta à heresia cátara. Em seu contexto, as visões de Hildergarda de Bingen formam uma summa teológica da doutrina cristã.

Em sua parte final o livro traz hinos de louvor e uma peça curta, que é provavelmente considerada um rascunho primitivo de Ordo virtutum, a primeira obra de moral conhecida.

Hildegarda de Bingen (1098-1179), monja alemã do século XII, mística, profetisa e moralista política, era largamente consultada como oráculo e escreveu sobre assuntos doutrinais. Pregava publicamente a reforma monástica, fundou dois mosteiros femininos, e enredou-se na política que envolvia papas e antipapas. Foi proclamada doutora da Igreja pelo papa Bento XVI, em 7 de outubro de 2012.