6ª SEMANA DO TEMPO COMUM
(verde – ofício do dia)
Sede para mim um Deus protetor e um lugar de refúgio, para me salvar. Porque sois minha força e meu refúgio e, por causa do vosso nome, me guiais e sustentais (Sl 30,3s).
Deus é luz e nos chama sempre à prática do bem. Depositemos no Senhor o sincero desejo de frutificar ao longo de nossa caminhada espiritual, tendo olhos para ver e ouvidos para ouvir a verdade de seu Filho.
Leitura da carta de São Tiago – 12Feliz o homem que suporta a provação. Porque, uma vez provado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu àqueles que o amam. 13Ninguém, ao ser tentado, deve dizer: “É Deus que me está tentando”, pois Deus não pode ser tentado pelo mal e tampouco ele tenta a ninguém. 14Antes, cada qual é tentado por sua própria concupiscência, que o arrasta e seduz. 15Em seguida, a concupiscência concebe o pecado e o dá à luz, e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. 16Meus queridos irmãos, não vos enganeis. 17Todo dom precioso e toda dádiva perfeita vêm do alto; descem do Pai das luzes, no qual não há mudança nem sombra de variação. 18De livre vontade ele nos gerou, pela Palavra da verdade, a fim de sermos como que as primícias de suas criaturas. – Palavra do Senhor.
Bem-aventurado é aquele a quem ensinais vossa lei!
1. É feliz, ó Senhor, quem formais † e educais nos caminhos da lei, / para dar-lhe um alívio na angústia. – R.
2. O Senhor não rejeita o seu povo / e não pode esquecer sua herança: / voltarão a juízo as sentenças; / quem é reto andará na justiça. – R.
3. Quando eu penso: “Estou quase caindo!”, / vosso amor me sustenta, Senhor! / Quando o meu coração se angustia, / consolais e alegrais minha alma. – R.
Aleluia, aleluia, aleluia.
Quem me ama, realmente, guardará minha Palavra / e meu Pai o amará, e a ele nós viremos (Jo 14,2). – R.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, 14os discípulos tinham se esquecido de levar pães. Tinham consigo na barca apenas um pão. 15Então Jesus os advertiu: “Prestai atenção e tomai cuidado com o fermento dos fariseus e com o fermento de Herodes”. 16Os discípulos diziam entre si: “É porque não temos pão”. 17Mas Jesus percebeu e perguntou-lhes: “Por que discutis sobre a falta de pão? Ainda não entendeis nem compreendeis? Vós tendes o coração endurecido? 18Tendo olhos, vós não vedes e, tendo ouvidos, não ouvis? Não vos lembrais 19de quando reparti cinco pães para cinco mil pessoas? Quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?” Eles responderam: “Doze”. 20Jesus perguntou: “E quando reparti sete pães com quatro mil pessoas, quantos cestos vós recolhestes cheios de pedaços?” Eles responderam: “Sete”. 21Jesus disse: “E vós ainda não compreendeis?” – Palavra da salvação.
E nós, já compreendemos? A matemática de Jesus é complexa, difícil de compreender, mas sua pedagogia é simples: ele não veio apenas para dar o pão material, que nutre o corpo, mas principalmente para dar sua Palavra, seu corpo e seu sangue, ou seja, para se entregar plenamente, nutrindo assim nosso corpo, nossa alma e nosso espírito. O fermento dos fariseus e de Herodes, aquele fermento do poder religioso e político, deve ser evitado pelo cristão, pois corrompe, impedindo a massa de crescer. Somente o fermento da fé é capaz de fazer crescer e até multiplicar o pão e todos os dons que existem dentro de nós. Esse fermento é dado apenas por Jesus, e o recebemos envolto pelo Evangelho.
(Dia a dia com o Evangelho 2026)
É um subsídio mensal que contempla toda a caminhada litúrgica de cada mês. Apresenta ao leitor algumas opções de orações eucarísticas, um breve comentário dos santos e das leituras de cada dia, uma variada opção de cantos, além de trazer, a cada domingo, uma opção de círculo bíblico.
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