
Apresentar a vida de Maria de Nazaré a partir dos livros apócrifos é o principal objetivo da obra Maria de Nazaré – segundo os apócrifos, escrita por Georges Gharib, teólogo sírio especialista em mariologia, e publicada pela PAULUS Editora.
A obra propõe um olhar aprofundado sobre a Mãe do Salvador com base em textos antigos que, embora não integrem o cânon bíblico, possuem grande relevância histórica, teológica e literária dentro da tradição cristã.
O livro percorre toda a trajetória de Maria, desde o seu nascimento até o ciclo da Dormição, passando por momentos centrais como:
Ao longo da narrativa, Maria ocupa lugar de destaque como figura central na história da salvação, especialmente na tradição preservada pelos textos apócrifos.
Os livros apócrifos são escritos produzidos em períodos próximos aos textos bíblicos, mas que não foram incluídos no cânon oficial das Escrituras reconhecidas como inspiradas.
O termo “apócrifo” significa “oculto” ou “reservado”, pois muitos desses textos não eram lidos publicamente nas celebrações litúrgicas. Ainda assim, alguns deles, conhecidos como deuterocanônicos, são aceitos e estudados pela Igreja Católica devido ao seu valor histórico e cultural.
Entre os principais textos utilizados em Maria de Nazaré – segundo os apócrifos, destacam-se:
Essas fontes ajudam a compor uma visão mais ampla da devoção mariana no cristianismo antigo.
Georges Gharib é teólogo sírio, especialista em liturgia oriental, mariologia e teologia dos ícones. Foi professor na Pontifícia Faculdade Teológica Marianum, em Roma, e atua como arquimandrita do clero secular do rito bizantino.
Pertencente à Igreja Greco-Católica Melquita de Antioquia, também é autor da obra Os ícones de Cristo: história e culto, publicada pela PAULUS Editora.