Liturgia Diária
DIA 18 – DOMINGO

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33º DO TEMPO COMUM

(verde – 1ª semana do saltério)

Participar da Eucaristia significa nos dispormos a perceber os sinais do Reino entre nós. É preciso estar sempre alertas para não sermos surpreendidos pelas tribulações. Vamos celebrar o Senhor, nosso refúgio, que se revela na assembleia reunida e nos acontecimentos cotidianos. Neste dia mundial dos pobres, clamemos a ajuda de Deus para sabermos defender a dignidade dos seus filhos e filhas desvalidos.

Primeira Leitura: Daniel 12,1-3

Leitura da profecia de Daniel – 1“Naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, defensor dos filhos de teu povo; e será um tempo de angústia, como nunca houve até então, desde que começaram a existir nações. Mas, nesse tempo, teu povo será salvo, todos os que se acharem inscritos no livro. 2Muitos dos que dormem no pó da terra despertarão, uns para a vida eterna, outros para o opróbrio eterno. 3Mas os que tiverem sido sábios brilharão como o firmamento; e os que tiverem ensinado a muitos homens os caminhos da virtude brilharão como as estrelas, por toda a eternidade.” – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 15(16)

Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!

  1. Ó Senhor, sois minha herança e minha taça, / meu destino está seguro em vossas mãos! / Tenho sempre o Senhor ante meus olhos, / pois, se o tenho a meu lado, não vacilo. – R.
  2. Eis por que meu coração está em festa, † minha alma rejubila de alegria / e até meu corpo no repouso está tranquilo; / pois não haveis de me deixar entregue à morte / nem vosso amigo conhecer a corrupção. – R.
  3. Vós me ensinais vosso caminho para a vida; † junto a vós, felicidade sem limites, / delícia eterna e alegria ao vosso lado! – R.
Segunda Leitura: Hebreus 10,11-14.18

Leitura da carta aos Hebreus – 11Todo sacerdote se apresenta diariamente para celebrar o culto, oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, incapazes de apagar os pecados. 12Cristo, ao contrário, depois de ter oferecido um sacrifício único pelos pecados, sentou-se para sempre à direita de Deus. 13Não lhe resta mais senão esperar até que seus inimigos sejam postos debaixo de seus pés. 14De fato, com esta única oferenda, levou à perfeição definitiva os que ele santifica. 18Ora, onde existe o perdão, já não se faz oferenda pelo pecado. – Palavra do Senhor.

Evangelho: Marcos 13,24-32

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos – Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 24“Naqueles dias, depois da grande tribulação, o sol vai se escurecer e a lua não brilhará mais, 25as estrelas começarão a cair do céu e as forças do céu serão abaladas. 26Então vereis o Filho do homem vindo nas nuvens com grande poder e glória. 27Ele enviará os anjos aos quatro cantos da terra e reunirá os eleitos de Deus de uma extremidade à outra da terra. 28Aprendei, pois, da figueira esta parábola: quando seus ramos ficam verdes e as folhas começam a brotar, sabeis que o verão está perto. 29Assim também, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o Filho do homem está próximo, às portas. 30Em verdade vos digo, esta geração não passará até que tudo isso aconteça. 31O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão. 32Quanto àquele dia e hora, ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas somente o Pai”. – Palavra da salvação.

Reflexão:

O capítulo 13 do Evangelho de Marcos faz uma leitura do que aconteceu na década de 70, quando os romanos invadem e destroem Jerusalém e o templo. Isso seria o fim do mundo? interrogam os discípulos de Jesus. O autor usa uma linguagem que é estranha para nós hoje. Esse tipo de linguagem não tem o objetivo de assustar; ao contrário, procura animar a comunidade a não se deixar enganar pelos acontecimentos, que não representam o fim de tudo. Os fenômenos cósmicos não significam o fim do mundo; depois deles, pode surgir nova realidade. É como a natureza: depois de um inverno rigoroso vem a primavera, e a vida se revela no verde e floresce exuberante. Como sabemos discernir a chegada da primavera, precisamos saber ler os sinais da presença de Deus na história, a partir de Jesus Cristo. O cristão não deve preocupar-se tanto com a questão do fim e do futuro, mas é chamado a viver o presente e construir sua história tanto nos momentos positivos, como em meio aos sinais contraditórios.

(Dia a dia com o Evangelho 2018 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)


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É um subsídio mensal que contempla toda a caminhada litúrgica de cada mês. Apresenta ao leitor algumas opções de orações eucarísticas, um breve comentário dos santos e das leituras de cada dia, uma variada opção de cantos, além de trazer, a cada domingo, uma opção de círculo bíblico.

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