Liturgia Diária
Dia 4 – QUARTA-FEIRA

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22ª SEMANA COMUM

(verde – ofício do dia)

Tende compaixão de mim, Senhor, clamo por vós o dia inteiro; Senhor, sois bom e clemente, cheio de misericórdia para aqueles que vos invocam (Sl 85,3.5).

As virtudes fundamentais – fé, amor e esperança – são imprescindíveis para sermos presença solidária em meio às aflições da humanidade. A exemplo do salmista, louvemos eternamente a graça do Senhor.

Primeira Leitura: Colossenses 1,1-8

Início da carta de são Paulo aos Colossenses – 1Paulo, apóstolo de Cristo Jesus por vontade de Deus, e o irmão Timóteo 2aos santos e fiéis irmãos em Cristo que estão em Colossas: graça e paz da parte de Deus, nosso Pai. 3Damos graças a Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, sempre rezando por vós, 4pois ouvimos acerca da vossa fé em Cristo Jesus e do amor que mostrais para com todos os santos, 5animados pela esperança na posse do céu. Disso já ouvistes falar no evangelho, cuja palavra de verdade chegou até vós. 6E como no mundo inteiro, assim também entre vós ela está produzindo frutos e se desenvolve desde o dia em que ouvistes a graça divina e conhecestes verdadeiramente. 7Assim aprendestes de Epafras, nosso estimado companheiro, que é, junto de vós, um autêntico mensageiro de Cristo. 8Foi ele quem nos deu notícia sobre o amor que o Espírito suscitou em vós. – Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial: 51(52)

Confio na clemência do meu Deus agora e sempre!

  1. Eu, porém, como oliveira verdejante / na casa do Senhor, / confio na clemência do meu Deus / agora e para sempre! – R.
  2. Louvarei a vossa graça eternamente, / porque vós assim agistes; / espero em vosso nome, porque é bom, / perante os vossos santos! – R.
Evangelho: Lucas 4,38-44

Aleluia, aleluia, aleluia.

O Espírito do Senhor repousa sobre mim / e enviou-me a anunciar aos pobres o evangelho (Lc 4,18). – R.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas – Naquele tempo, 38Jesus saiu da sinagoga e entrou na casa de Simão. A sogra de Simão estava sofrendo com febre alta, e pediram a Jesus em favor dela. 39Inclinando-se sobre ela, Jesus ameaçou a febre, e a febre a deixou. Imediatamente, ela se levantou e começou a servi-los. 40Ao pôr do sol, todos os que tinham doentes atingidos por diversos males os levaram a Jesus. Jesus colocava as mãos em cada um deles e os curava. 41De muitas pessoas também saíam demônios, gritando: “Tu és o Filho de Deus”. Jesus os ameaçava e não os deixava falar, porque sabiam que ele era o Messias. 42Ao raiar do dia, Jesus saiu e foi para um lugar deserto. As multidões o procuravam e, indo até ele, tentavam impedi-lo de que os deixasse. 43Mas Jesus disse: “Eu devo anunciar a Boa-Nova do reino de Deus também a outras cidades, porque para isso é que eu fui enviado”. 44E pregava nas sinagogas da Judeia. – Palavra da salvação.

Reflexão:

Jesus leva a sério seu programa de libertação, assumido na sinagoga de Nazaré (cf. Lc 4,16-22). Em Cafarnaum, liberta um homem possuído pelo espírito impuro. Da sinagoga Jesus desloca-se para a casa de Simão, cuja sogra tem febre alta. Jesus “repreendeu a febre”, e a mulher recuperou a condição de prestar serviços à comunidade. No final do dia, Jesus entra em contato com muito doentes, com diversos tipos de enfermidades e liberta a todos, com o simples poderoso impor das mãos. As multidões, possivelmente por interesse, “o seguravam para que não fosse embora”. Querem fechar o Mestre no seu pequeno círculo. Jesus, porém, movido pela força da oração, retoma o sentido de sua missão: “Eu devo anunciar a Boa Notícia do Reino de Deus também a outras cidades, pois para isso é que fui enviado”.

(Dia a dia com o Evangelho 2019 - Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)


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