{"id":30234,"date":"2016-08-29T08:23:01","date_gmt":"2016-08-29T11:23:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paulus.com.br\/portal\/?p=30234"},"modified":"2016-08-29T08:23:01","modified_gmt":"2016-08-29T11:23:01","slug":"viver-concretamente-o-amor-matrimonial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.paulus.com.br\/portal\/viver-concretamente-o-amor-matrimonial\/","title":{"rendered":"Viver concretamente o amor matrimonial"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Nossa apresenta\u00e7\u00e3o da Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica \u201cA alegria do amor\u201d chega ao quarto cap\u00edtulo que tem o t\u00edtulo \u201cO amor no matrim\u00f4nio\u201d. Lembra o papa que a palavra amor, muito usada, encontra-se desfigurada. Para reaprender seu sentido, prop\u00f5e uma leitura da Carta de S\u00e3o Paulo aos Cor\u00edntios (13, 4-7).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A concretude do amor pede o exerc\u00edcio da paci\u00eancia, que n\u00e3o se deixa levar pelos impulsos interiores e evita agredir. Mas, a paci\u00eancia n\u00e3o aceita a viol\u00eancia. Pelo contr\u00e1rio, na atitude de servi\u00e7o, o amor beneficia e promove os outros e cura da inveja, pois \u201cno amor, n\u00e3o h\u00e1 lugar para sentir desgosto pelo bem do outro\u201d.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quem ama evita falar muito de si mesmo e reconhece que o que nos faz grandes \u00e9 o amor que compreende, cuida, integra, est\u00e1 atento aos fracos. Sup\u00f5e tamb\u00e9m a viv\u00eancia da amabilidade, que gera v\u00ednculos e cultiva la\u00e7os e a gratuidade, pois \u201c\u00e9 mais pr\u00f3prio da caridade querer amar do que querer ser amado\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto a indigna\u00e7\u00e3o \u00e9 saud\u00e1vel, quando nos leva a reagir perante uma grave injusti\u00e7a, \u00e9 prejudicial, quando tende a impregnar todas as nossas atitudes para com os outros. Ao contr\u00e1rio, o amor pede a viv\u00eancia do perd\u00e3o, que procura compreender a fraqueza alheia, e se alegra com o bem do outro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O amor convive com a imperfei\u00e7\u00e3o, desculpa-a e sabe guardar sil\u00eancio perante os limites do ser amado. Mas, tamb\u00e9m, busca viver a confian\u00e7a, deixando o outro em liberdade, renunciando a controlar tudo. E diante da fraqueza do outro, mant\u00e9m a esperan\u00e7a de que o outro pode mudar, pois aquela pessoa, com todas as suas fraquezas, \u00e9 chamada \u00e0 plenitude do C\u00e9u. O amor, por fim, tudo suporta, numa resist\u00eancia din\u00e2mica e constante, capaz de superar qualquer desafio.<\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">O amor conjugal re\u00fane em si a ternura da amizade e a paix\u00e3o er\u00f3tica, embora seja capaz de subsistir mesmo quando os sentimentos e a paix\u00e3o enfraquecem. O matrim\u00f4nio \u00e9 sinal de Deus, mas \u00e9 humano, imperfeito, por isso, deve ser visto e vivido como um processo din\u00e2mico, que avan\u00e7a gradualmente com a progressiva integra\u00e7\u00e3o dos dons de Deus.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele se transforma com o tempo, por isso, deve-se celebrar cada passo, cada etapa nova da vida do casal, pedindo ao Esp\u00edrito Santo que derrame o seu fogo sobre esse amor para o fortalecer, orientar e transformar em cada nova situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nossa apresenta\u00e7\u00e3o da Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica \u201cA alegria do amor\u201d chega ao quarto cap\u00edtulo que tem o t\u00edtulo \u201cO amor no matrim\u00f4nio\u201d. Lembra o papa que a palavra amor, muito usada, encontra-se desfigurada. Para reaprender seu sentido, prop\u00f5e uma leitura da Carta de S\u00e3o Paulo aos Cor\u00edntios (13, 4-7). 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