{"id":7455,"date":"2022-12-12T16:35:52","date_gmt":"2022-12-12T19:35:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/?post_type=conteudos&#038;p=7455"},"modified":"2022-12-23T11:29:41","modified_gmt":"2022-12-23T14:29:41","slug":"orientador-social-entre-potencias-e-desafios","status":"publish","type":"conteudos","link":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/conteudos\/orientador-social-entre-potencias-e-desafios\/","title":{"rendered":"Orientador Social &#8211; Entre pot\u00eancias e desafios"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-small-font-size\">Autora: Aline Figueiredo*<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><em><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-black-color\">*Pedagoga, Assistente Social, p\u00f3s-graduada em Gest\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es da Sociedade Civil e Projetos Sociais. Formadora da PAULUS e idealizadora da assessoria \u201cTeoria na Pr\u00e1tica\u201d.<\/mark><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Orientador Social, educador social, instrutor de oficinas, oficineiro, facilitador, monitor, entre outras tantas nomenclaturas&#8230; Quantas identidades t\u00eam o profissional que diariamente est\u00e1 na atua\u00e7\u00e3o direta do Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia e Fortalecimento de V\u00ednculos (SCFV)? Qual \u00e9 de fato a fun\u00e7\u00e3o deste profissional de escolaridade de n\u00edvel m\u00e9dio, sem piso salarial, sem sindicato e conselho de classe, sem gradua\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para a natureza do seu trabalho, que traz em suas viv\u00eancias e bagagens, estrat\u00e9gias potentes capazes de propiciar um novo olhar acerca de realidades e contribuir de forma criativa, para novas perspectivas e vis\u00f5es de mundo? Quais os principais desafios que esta categoria enfrenta? Quais desafios transversais dizem respeito \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o ao qual representa, que impacta diretamente no fazer deste profissional? Em que momento faz reflex\u00f5es acerca da Pol\u00edtica de Assist\u00eancia Social e consegue diferenciar criticamente as a\u00e7\u00f5es assistencialistas? Possui tempo suficiente para planejar, executar e avaliar suas atividades bem como participar de capacita\u00e7\u00f5es continuadas?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Inicialmente, com essas reflex\u00f5es, convido voc\u00ea a pensar a respeito da Pol\u00edtica P\u00fablica de Assist\u00eancia Social, prevista constitucionalmente como um direito, desde 1988, resultante de um processo hist\u00f3rico de lutas, milit\u00e2ncias e movimentos sociais importantes, para descaracterizar a\u00e7\u00f5es assistencialistas e de caridade, realizadas por Institui\u00e7\u00f5es religiosas e filantr\u00f3picas, e objetivar a garantia de uma pol\u00edtica de Prote\u00e7\u00e3o Social afirmativa de direitos, prestadas \u201ca quem dela necessitar\u201d, independente de ra\u00e7a, g\u00eanero, religi\u00e3o, renda e contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 seguridade social (BRASIL,1993). A Assist\u00eancia Social, que anteriormente tinha programas e projetos para ocupa\u00e7\u00e3o do tempo, desenvolvida em n\u00facleos comunit\u00e1rios, voltada ao enfrentamento a pobreza, hoje possui normativas e legisla\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, firmadas em um Sistema \u00danico de Assist\u00eancia Social (SUAS) desde 2005, que traz em seu conte\u00fado, par\u00e2metros para a implanta\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o de programas, projetos, servi\u00e7os e benef\u00edcios, capazes de incidir positivamente na vida de fam\u00edlias e erradicar ou minimizar situa\u00e7\u00f5es de desprote\u00e7\u00f5es sociais e rela\u00e7\u00f5es subalternas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Um destes servi\u00e7os previsto na Tipifica\u00e7\u00e3o Nacional dos Servi\u00e7os Socioassistenciais (2009), no \u00e2mbito da Prote\u00e7\u00e3o Social B\u00e1sica \u00e9 o Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia e Fortalecimento de V\u00ednculos, ofertado a popula\u00e7\u00e3o que se encontra em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade e\/ou risco social, realizado diretamente pelo poder p\u00fablico, sob responsabilidade do Centro de Refer\u00eancia de Assist\u00eancia Social (CRAS), complementar ao Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o e Atendimento Integral \u00e0s Fam\u00edlias (PAIF) e\/ou em parceria com Organiza\u00e7\u00f5es da Sociedade Civil (OSC), devidamente inscritas no Conselho Municipal de Assist\u00eancia Social (CMAS), via termo de colabora\u00e7\u00e3o e\/ou de fomento.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, a Norma Operacional B\u00e1sica de Recursos Humanos do SUAS \u2013 NOB-RH\/SUAS (2006) traz em seu conte\u00fado, al\u00e9m dos princ\u00edpios, diretrizes para a gest\u00e3o do trabalho no campo \u00e9tico, capacita\u00e7\u00e3o continuada, matrizes para o cofinanciamento, a pactua\u00e7\u00e3o de quais s\u00e3o as equipes de refer\u00eancia para cada Servi\u00e7o. Dentre os profissionais que comp\u00f5e a equipe do Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia, est\u00e1 o profissional de n\u00edvel m\u00e9dio, ao qual a resolu\u00e7\u00e3o do Conselho Nacional de Assist\u00eancia Social \u2013 CNAS n\u00ba 09, de 15 de abril de 2014, ratifica e reconhece a ocupa\u00e7\u00e3o do Orientador Social \/ Educador Social, com as finalidades e fun\u00e7\u00f5es detalhadas, diretamente relacionadas aos objetivos do SUAS.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Importante esclarecer que o orientador social \u00e9 o profissional, de contrata\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria, que comp\u00f5e a equipe, atua constantemente junto aos grupos socioeducativos e \u00e9 respons\u00e1vel por propiciar um ambiente de conv\u00edvio saud\u00e1vel, participativo e democr\u00e1tico. J\u00e1 o facilitador de oficinas \u00e9 o prestador de servi\u00e7os que pode atuar em parceria com o orientador social, trazendo suas habilidades art\u00edsticas, esportivas, culturais entre outras, para potencializar os grupos de conv\u00edvio, cuja contrata\u00e7\u00e3o \u00e9 opcional. Dessa forma \u00e9 importante dizer que grupo socioeducativo n\u00e3o \u00e9 o mesmo que oficina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo \u00e9 um instrumento metodol\u00f3gico! Ele n\u00e3o \u00e9 espont\u00e2neo. N\u00e3o \u00e9 um aglomerado de pessoas. S\u00e3o organizados a partir de ciclos de vida dos usu\u00e1rios, utilizando a estrat\u00e9gia de percurso, a partir dos eixos estruturantes, que se complementam com os temas transversais, planejados de forma intencional, com o envolvimento e a participa\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios. Logo, as oficinas potencializam e qualificam os grupos, utilizando atividades recreativas, de arte, cultura, esporte e demais, como meio para a concretiza\u00e7\u00e3o do trabalho e n\u00e3o a finalidade em si.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, em um processo seletivo para a contrata\u00e7\u00e3o destes profissionais, para que n\u00e3o haja preju\u00edzos na fragiliza\u00e7\u00e3o e rompimento de v\u00ednculos com os usu\u00e1rios, despesas administrativas, desligamentos frequentes e rotatividade de profissionais, a Organiza\u00e7\u00e3o precisa ter clareza do perfil profissional desejado, para cumprir sua proposta pol\u00edtica pedag\u00f3gica, alinhada \u00e0 miss\u00e3o, vis\u00e3o e valores, em harmonia com os objetivos do Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Essa discuss\u00e3o \u00e9 importante, pois \u00e9 comum observar nas contrata\u00e7\u00f5es, Organiza\u00e7\u00f5es que atuam com grupos numerosos de usu\u00e1rios e nas vagas divulgadas, que n\u00e3o publicam ao certo qual a real fun\u00e7\u00e3o que o profissional vai desempenhar, seja por desconhecimento da necessidade ou mesmo por que deseja um orientador social ou oficineiro \u201ctarefeiro\u201d, para apoio em fun\u00e7\u00f5es muitas vezes, que n\u00e3o s\u00e3o de sua compet\u00eancia. \u00c0s vezes, o orientador social apresenta um perfil mais voltado para oficineiro, quando sua contrata\u00e7\u00e3o se d\u00e1 pela habilidade e n\u00e3o pela condi\u00e7\u00e3o que possui de conduzir grupos socioeducativos, com estrat\u00e9gias diferenciadas, dentro de uma sequ\u00eancia l\u00f3gica e objetivos espec\u00edficos. Nesse sentido \u00e9 importante repensar as contrata\u00e7\u00f5es e discutir a import\u00e2ncia de olhar mais para as compet\u00eancias e multiplicidades do orientador social, do que sua habilidade espec\u00edfica em desenvolver uma ou outra atividade pontual.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mediante o papel do orientador social e a constru\u00e7\u00e3o da identidade de sua categoria, podemos a partir de v\u00e1rias perspectivas, analisar a resolu\u00e7\u00e3o CNAS n\u00b0 09\/2014 citada acima e observar que parte diz respeito ao desenvolvimento de atividades socioeducativas de conviv\u00eancia e socializa\u00e7\u00e3o, sob a responsabilidade deste profissional, parte, detalha a import\u00e2ncia de planejar, executar, monitorar e sistematizar as atividades individuais e coletivas e por fim, aponta diretrizes e formas de apoio aos t\u00e9cnicos de refer\u00eancia e demais membros da equipe, visando \u00e0 aten\u00e7\u00e3o, defesa e garantia de direitos dos usu\u00e1rios e seus familiares. Mas como essa resolu\u00e7\u00e3o se conecta com a pr\u00e1tica cotidiana?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Um excelente exerc\u00edcio para amadurecer essa conex\u00e3o te\u00f3rica de an\u00e1lise do fazer profissional que a resolu\u00e7\u00e3o traz, com a pr\u00e1tica profissional, visando uma atua\u00e7\u00e3o cada vez mais humanizada e multidisciplinar, \u00e9 o curtigrama. A partir dele voc\u00ea identifica o que gosta e faz; o que gosta e n\u00e3o faz; o que n\u00e3o gosta e faz; o que n\u00e3o gosta e n\u00e3o faz. Essa reflex\u00e3o traz aspectos que dizem respeito aos desafios espec\u00edficos do orientador social e outros que s\u00e3o transversais aos demais membros da equipe.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para exemplificar esses desafios, podemos olhar no universo de atendimento dos orientadores sociais, fen\u00f4menos como desinteresse dos usu\u00e1rios, evas\u00e3o, pouca contribui\u00e7\u00e3o na amplia\u00e7\u00e3o de repert\u00f3rio, atividades que n\u00e3o se conectam com o desejo do p\u00fablico, falta de criatividade e tempo para planejar as atividades com qualidade, dificuldades em trabalhar de forma integrada com os demais profissionais, barreiras significativas para atendimento do p\u00fablico priorit\u00e1rio, falta de materiais para o desenvolvimento das atividades, entre outras in\u00fameras situa\u00e7\u00f5es. Quando olhamos para essas quest\u00f5es, compreendemos que ainda, muitas vezes, o Servi\u00e7o prestado n\u00e3o alcan\u00e7a os objetivos estabelecidos na Pol\u00edtica P\u00fablica, ao mesmo tempo em que, trabalhadores est\u00e3o diariamente se reinventando, buscando novas estrat\u00e9gias e abordagens para manter a qualidade do atendimento, sem levar em considera\u00e7\u00e3o ou reconhecer que esses pontos importantes de aten\u00e7\u00e3o, que os cercam, fragilizam a estrutura e a oferta, quando entram em conflito com o planejamento, at\u00e9 ent\u00e3o, pensado de forma intencional aos usu\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em um universo maior, quando falamos dos desafios transversais da Organiza\u00e7\u00e3o, lidamos com o orientador social desenvolvendo atividades que n\u00e3o s\u00e3o de sua compet\u00eancia, com condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias de trabalho, poucos recursos tecnol\u00f3gicos dispon\u00edveis, lidando com diverg\u00eancias entre o fazer da Pol\u00edtica P\u00fablica e o fazer Institucional, com baixa remunera\u00e7\u00e3o, pouco est\u00edmulo, aus\u00eancia de feedback, falta de articula\u00e7\u00e3o com a equipe, troca de gest\u00e3o constante, pouca harmonia entre colegas para facilitar o controle das situa\u00e7\u00f5es adversas e demais intercorr\u00eancias objetivas e subjetivas que est\u00e3o presentes no dia a dia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Como a Organiza\u00e7\u00e3o lida com todas essas quest\u00f5es? H\u00e1 outros pontos que precisam de aten\u00e7\u00e3o? Como motivar os orientadores sociais e demais membros da equipe a seguir em frente? Como propiciar um atendimento integrado, de qualidade, com impacto esperado?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme falado anteriormente, a Pol\u00edtica de Assist\u00eancia Social traz um grande arcabou\u00e7o metodol\u00f3gico, com muitos referenciais pr\u00e1ticos para sua execu\u00e7\u00e3o, por\u00e9m pouco consultado e utilizado em reuni\u00f5es de equipe e planejamento Institucional. Muitas vezes, nos momentos de planejamento, o orientador utiliza sites gen\u00e9ricos de pesquisa, pois desconhece a riqueza de materiais, temas, objetivos previstos para cada faixa et\u00e1ria no alcance das potencialidades do Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia e at\u00e9 mesmo o pr\u00f3prio plano de trabalho da Organiza\u00e7\u00e3o, materiais estes que n\u00e3o lhe s\u00e3o apresentados e com toda certeza, faria a diferen\u00e7a na mudan\u00e7a de olhar ao pensar a oferta, de acordo com a demanda do territ\u00f3rio e do p\u00fablico atendido. Deixar estes materiais impressos, dispon\u00edveis para consulta e propiciar uma educa\u00e7\u00e3o continuada dos profissionais, pautada na Pol\u00edtica Nacional de Educa\u00e7\u00e3o Permanente do SUAS (2013), possibilita que trabalhadores reflitam acerca das suas pr\u00e1ticas profissionais, discutam estrat\u00e9gias de trabalho, provoquem momentos de maior integra\u00e7\u00e3o, visando novas abordagens, metodologias e interven\u00e7\u00f5es qualificadas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Movimentos como estes s\u00e3o fundamentais para afirmar o compromisso \u00e9tico e pol\u00edtico, nas Organiza\u00e7\u00f5es aos quais representam, al\u00e9m de envolver os orientadores sociais no apoio e participa\u00e7\u00e3o nas articula\u00e7\u00f5es intersetoriais, em espa\u00e7os de controle social como conselhos de direitos, f\u00f3runs, confer\u00eancias e demais locais que possibilitam ampliar a vis\u00e3o sobre a Pol\u00edtica P\u00fablica de Assist\u00eancia Social, seus objetivos, metas, indicadores e necessidades de organiza\u00e7\u00e3o e sistematiza\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es, para compor com os diagn\u00f3sticos e estudos socioterritoriais, de forma te\u00f3rica e pr\u00e1tica, ressignificando seus saberes e fazer profissional.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, espera-se contribuir na organiza\u00e7\u00e3o dos processos de trabalho, compreendendo que o orientador social \u00e9 a base da pol\u00edtica p\u00fablica, pois de certa forma, sustenta a execu\u00e7\u00e3o do Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia na pr\u00e1tica, mas n\u00e3o participa da constru\u00e7\u00e3o intelectual da mesma, pois h\u00e1 uma dist\u00e2ncia consider\u00e1vel nas rela\u00e7\u00f5es hierarquizadas, que s\u00e3o reproduzidas institucionalmente, que ao mesmo tempo, o Servi\u00e7o existe para combater.<\/p>\n","protected":false},"template":"","tags":[],"categoria_do_conteudo":[225],"class_list":["post-7455","conteudos","type-conteudos","status-publish","hentry","categoria_do_conteudo-artigos"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/conteudos\/7455","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/conteudos"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/types\/conteudos"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7455"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7455"},{"taxonomy":"categoria_do_conteudo","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/categoria_do_conteudo?post=7455"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}