{"id":7340,"date":"2022-12-09T11:18:50","date_gmt":"2022-12-09T14:18:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/?post_type=conteudos&#038;p=7340"},"modified":"2022-12-26T10:58:47","modified_gmt":"2022-12-26T13:58:47","slug":"pela-rede-brasil-afora","status":"publish","type":"conteudos","link":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/conteudos\/pela-rede-brasil-afora\/","title":{"rendered":"Pela rede, Brasil afora"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-small-font-size\">Autor: Alberto Nascimento<\/p>\n\n\n\n<p><strong>EM SUA PRIMEIRA INVESTIDA DE ATUA\u00c7\u00c3O ON-LINE, O PROGRAMA DIREITO E CIDADANIA CRIA UMA NOVA FORMA DE REALIZAR SUAS FORMA\u00c7\u00d5ES<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ainda no primeiro semestre de 2020 ficou evidente que este seria um ano at\u00edpico. De pronto, qualquer tentativa de declarar o ano como incomum tornou -se um refr\u00e3o batido e redundante; mesmo a tentativa de qualificar as adapta\u00e7\u00f5es como \u201cnovo normal\u201d se revelaram rapidamente como outro lugar-comum facilmente desgast\u00e1vel. Mantendo sua proposta de servir como ponto de refer\u00eancia diante das mais diferentes intemp\u00e9ries surgidas no cotidiano de atendimento dos Servi\u00e7os de Conviv\u00eancia e Fortalecimento de V\u00ednculos, o Programa Direito e Cidadania (PDEC) da PAULUS optou por seguir pela nova rota que aos poucos se desenhava nessa tempestade, reconhecendo a necessidade irrefut\u00e1vel de abrir m\u00e3o de sua tradicional estrutura de forma\u00e7\u00f5es presenciais e desbravando o caminho das capacita\u00e7\u00f5es on-line.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFoi uma experi\u00eancia muito inusitada pensar em fazer algo t\u00e3o inovador na \u00e1rea da Assist\u00eancia Social no meio de uma pandemia. Estava todo mundo meio perdido, e a gente sente que \u00e0s vezes n\u00f3s fomos um acalento. Mas foi muito interessante\u201d, declara Anne Caroline, orientadora social no Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia e Fortalecimento de V\u00ednculos \u201cFormando Cidad\u00e3os\u201d, mantido pela PAULUS na Vila Mariana em S\u00e3o Paulo\/SP.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Anne foi um dentre os v\u00e1rios profissionais que toparam o desafio de fazer parte da equipe de formadores do PDEC neste \u00faltimo ano. Atendendo a necessidade do momento, a reinven\u00e7\u00e3o do programa resultou em uma reestrutura\u00e7\u00e3o; no lugar das suas forma\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas, foram realizados cinco percursos formativos orientados por temas essenciais no cotidiano dos Servi\u00e7os de Conviv\u00eancia: Comunidade, Empatia, Fam\u00edlia, G\u00eanero e Regionalidade. \u201cMuitas vezes a gente se debru\u00e7ava por muitas horas em alguma quest\u00e3o, e o grupo de orientadores pensava em como lidar com quest\u00f5es que s\u00e3o bem delicadas, at\u00e9 tabu para algumas pessoas\u201d, completa Anne, que atuou na oficina com o tema \u201cG\u00eanero\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mira Lopes, analista de projetos na Assist\u00eancia Social da PAULUS, atuou na equipe que orientou a oficina com o tema \u201cComunidade\u201d. Ela compartilha um pouco da experi\u00eancia: \u201cInicialmente teve muita inseguran\u00e7a por saber que estar\u00edamos lidando com pessoas de diversas partes do pa\u00eds. O grupo da organiza\u00e7\u00e3o conversou e definimos que&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>iniciaremos a forma\u00e7\u00e3o com uma apresenta\u00e7\u00e3o da ideia de \u2018comunidade Brasil\u2019, do que \u00e9 o pa\u00eds e qual lugar ele ocupa nessa comunidade internacional: quais s\u00e3o os aspectos pol\u00edticos, econ\u00f4micos e sociais que constituem o que ele \u00e9 hoje; como diversos aspectos ao longo da hist\u00f3ria desse pa\u00eds o trouxeram para este lugar e como as problem\u00e1ticas que existem resultam no que a gente chama hoje de \u2018comunidade\u2019, al\u00e9m do sentido estrito da palavra. Normalmente, quando se fala em \u2018comunidade\u2019 no Brasil, a gente vai para esse campo da margem, da periferia&#8230; Ent\u00e3o a gente quis apontar al\u00e9m desse elemento, falando do Brasil como parte da comunidade global\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A forma\u00e7\u00e3o on-line conseguiu garantir que o PDEC mantivesse, mesmo diante da impossibilidade de eventos presenciais, sua tradicional atua\u00e7\u00e3o em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds. O novo formato contou com a participa\u00e7\u00e3o de mais de 500 trabalhadores do Sistema \u00danico de Assist\u00eancia Social espalhados por 12 estados e Distrito Federal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A orientadora social Iraci Oliveira compartilha a experi\u00eancia de aprendizagem que foi debater seu tema escolhido com pessoas de todo o pa\u00eds e comenta como a dist\u00e2ncia virtual ressignificou sua no\u00e7\u00e3o de proximidade: \u201cEscolhi o tema \u2018Fam\u00edlia\u2019. \u00c9 um assunto com o qual me identifico muito por ser um dos eixos que a gente trabalha no Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia. Uso bastante essa tem\u00e1tica nas minhas atividades com as crian\u00e7as e adolescentes. Mas, em particular, escolhi esse tema porque eu me vi vivendo isso junto, quando a conversa come\u00e7ou a abordar o que estava acontecendo neste momento com as fam\u00edlias. Eu perdi meu pai para a Covid, para essa doen\u00e7a que causou esse momento t\u00e3o diferente. Meu marido perdeu o emprego por conta do isolamento. Ficamos aqui em casa com dois filhos adolescentes. Ent\u00e3o tivemos que aprender a lidar com conflitos e a reinventar nossa din\u00e2mica familiar. Eu estava bem no auge de todas essas sensa\u00e7\u00f5es de luto e de luta que vieram em decorr\u00eancia desse isolamento: n\u00e3o tive como escolher outra coisa\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lilian Souza, orientadora social que atuou como formadora na oficina de \u201cEmpatia\u201d, refor\u00e7a a import\u00e2ncia da pluralidade geogr\u00e1fica dos participantes das forma\u00e7\u00f5es: \u201cA vantagem da atividade on-line \u00e9 essa possibilidade de ter v\u00e1rias pessoas de v\u00e1rias regi\u00f5es falando ao mesmo tempo. Todo mundo ter voz, estar ali se vendo, trocando&#8230; Acho que essa forma\u00e7\u00e3o virtual foi muito interessante por isso: v\u00e1rias pessoas de diversos locais se encontrando em um espa\u00e7o \u00fanico\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fabio Maganha, supervisor do Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia e Fortalecimento de V\u00ednculos \u201cDe Olho no Futuro\u201d, mantido pela PAULUS em Osasco\/SP, compartilha dessa leitura. Ele atuou como formador na oficina do tema \u201cRegionalidade\u201d e pontua alguns obst\u00e1culos do formato \u00e0 dist\u00e2ncia: \u201cA maior dificuldade \u00e9 n\u00e3o saber se o que estamos tentando comunicar est\u00e1 chegando ou n\u00e3o ao receptor, isto \u00e9, sinto falta da retroalimenta\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea que acontece naturalmente quando estamos presencialmente. Tive que me acostumar com o \u2018barulho do sil\u00eancio\u2019 entre uma intera\u00e7\u00e3o e outra. Todavia, pude compreender que o sil\u00eancio \u00e9 t\u00e3o importante quanto as pausas que ocorrem na partitura da vida. Ainda assim, sinto falta do calor do presencial, o corpo falante, a avalia\u00e7\u00e3o retroativa, a transmiss\u00e3o viva, a resposta que transforma e \u00e9 transformada pela dial\u00e9tica dos olhares, dos sentidos, do sentir um ao outro\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outros problemas tamb\u00e9m ficaram evidentes com esse formato, como a participa\u00e7\u00e3o fragmentada, o \u00e1udio que n\u00e3o funciona, a internet que cai, os problemas na c\u00e2mera e outros diversos arranjos que precisam ser feitos para garantir a participa\u00e7\u00e3o. Mesmo assim, alguns benef\u00edcios s\u00e3o claros, como o alcance e a escala das atividades e algumas comodidades.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No modelo tradicional da PAULUS, os locais dos processos formativos s\u00e3o geralmente providenciados pelos parceiros, que est\u00e3o localizados em territ\u00f3rios estrat\u00e9gicos e normalmente garantem a participa\u00e7\u00e3o de representantes de v\u00e1rios munic\u00edpios vizinhos. Isso \u00e9 positivo porque se consegue tratar de tramas, tend\u00eancias, dificuldades e potencialidades de regi\u00f5es semelhantes. Mas o online pulverizou tudo, demandando uma amplia\u00e7\u00e3o das abordagens. A melhor parte \u00e9 essa: poder alcan\u00e7ar um n\u00famero mais diverso de pessoas de comunidades diferentes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUm problema evidente \u00e9 que nem todo mundo tem acesso f\u00e1cil \u00e0 internet. A gente trabalhou com v\u00e1rias regi\u00f5es, ent\u00e3o houve muitos depoimentos sobre uma conex\u00e3o prec\u00e1ria\u201d, sinaliza Iraci. Ela prossegue: \u201cFalamos sobre as dificuldades que as pessoas encontram em poder conectar as fam\u00edlias, seguir e dar conta das demandas do Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia. Nesse modelo on-line ficou muito dif\u00edcil. Eu sou uma daquelas pessoas que se identifica mais com o olho no olho, que prefere o presencial. Gosto do toque, gosto do olhar, gosto do cheiro&#8230; E a gente n\u00e3o consegue nenhuma dessas coisas nesse formato on-line. Por outro lado, muita gente que talvez n\u00e3o conseguisse participar de uma forma\u00e7\u00e3o por morar longe e n\u00e3o poder se deslocar consegue \u2018comparecer\u2019 por s\u00f3 precisar se conectar. Como tudo na vida: tem ganhos e perdas\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Anne pontua o quanto essa diversidade geogr\u00e1fica foi enriquecedora tamb\u00e9m para sua oficina de \u201cG\u00eanero\u201d: \u201c\u00c9 importante trazer a oportunidade de diversas pessoas do Brasil vivenciarem e debaterem esse tema. Isso \u00e9 enriquecedor n\u00e3o s\u00f3 para os participantes, mas tamb\u00e9m para quem orienta. Eu pude agu\u00e7ar meu ouvido para a escuta de diversas realidades. Falei bastante na forma\u00e7\u00e3o sobre n\u00e3o criar bolhas dentro de bolhas e, ao falar isso, eu mesma me questionei sobre esse movimento. Foi bom entender que a normaliza\u00e7\u00e3o de certos temas n\u00e3o existe em todo lugar\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>DE L\u00c1 PARA C\u00c1<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao avaliar qualquer processo formativo, o mais comum \u00e9 voltar os olhos para o aprendizado obtido pelos participantes. Todavia, igualmente relevantes s\u00e3o as novas perspectivas surgidas nos formadores que orientaram o processo. Essa aprendizagem demonstra tanto a efici\u00eancia da horizontalidade metodol\u00f3gica utilizada como tamb\u00e9m sedimenta a capacidade do formador para atua\u00e7\u00f5es futuras.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Lilian compartilha alguns dos elementos apreendidos nesse processo: \u201cAprendi muitas coisas nessa forma\u00e7\u00e3o, sobre troca, sobre compartilhar, sobre ouvir outras ideias que n\u00e3o estavam em concord\u00e2ncia com as minhas e como trabalhar outras vis\u00f5es a partir disso. Foi super rico, uma troca muito gostosa. Foi incr\u00edvel trabalhar com outras pessoas nesse sentido de compartilhamento e discord\u00e2ncias, e que bom que houve as discord\u00e2ncias, pois isso gerou crescimentos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 consci\u00eancia e reflex\u00f5es\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMeu maior aprendizado nesse meu momento foi parar para ouvir e criar minhas conex\u00f5es e identifica\u00e7\u00f5es com tantas outras realidades ocorrendo com tantas outras fam\u00edlias\u201d, aponta Iraci. \u201cTeve muita troca, escuta de realidades divergentes acontecendo em cada local, cada regi\u00e3o, cada fam\u00edlia, cada institui\u00e7\u00e3o. Eu aprendi que a gente pode se reinventar e inventar novas formas de dar conta de novas demandas e coisas que v\u00e3o surgindo no nosso cotidiano\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Todos os entrevistados e demais participantes ouvidos apontam alguns aprendizados como, por exemplo, o poder da escuta ativa, que pode transformar vidas e preconceitos alienados em conceitos que nos ajudam a refletir sobre a inteireza de se estar no mundo e sobre o quanto somos seres regionais, universais e interdependentes. Citando o ge\u00f3grafo Milton Santos, podemos afirmar que \u201ca for\u00e7a da aliena\u00e7\u00e3o vem dessa fragilidade dos indiv\u00edduos que apenas conseguem identificar o que os separa e n\u00e3o o que nos une\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os encontros do Programa Direito e Cidadania oportunizaram muitos aprendizados. Individuais e coletivos. O compartilhamento de ideias, sensa\u00e7\u00f5es, contextualidades e virtudes serviu para refor\u00e7ar mais ainda o compromisso desses profissionais com seus territ\u00f3rios. A atividade tamb\u00e9m reaviva a necessidade da Pol\u00edtica P\u00fablica de Assist\u00eancia Social como motor da hist\u00f3ria coletiva daqueles que dela necessitam. \u201cNa minha singela opini\u00e3o\u201d, acrescenta F\u00e1bio, \u201cos resultados mais interessantes na forma\u00e7\u00e3o foram a valoriza\u00e7\u00e3o da diversidade, a identifica\u00e7\u00e3o das semelhan\u00e7as e a autonomia do grupo ao construir, para a culmin\u00e2ncia da forma\u00e7\u00e3o, uma narrativa regional, sem deixar de ser universal\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSobre os resultados\u201d, retoma Mira, \u201cn\u00e3o d\u00e1 para fugir de algo em que acredito desde o come\u00e7o. Quando se apresentou essa proposta do Programa Direito e Cidadania atuar on-line com essa estrutura, pensando da perspectiva da Assist\u00eancia Social, eu vi como um &#8216;super percurso&#8217;, dentro da metodologia do que a gente desenvolve nos atendimentos. Eu n\u00e3o poderia ter outra ideia quanto ao resultado do percurso sen\u00e3o ele mesmo. Independentemente dos resultados, do que foi produzido, para mim o mais significativo \u00e9 o que acontece dentro do percurso. E para entender isso tem que ir; s\u00f3 estando l\u00e1 para ter uma compreens\u00e3o do ganho, do grande resultado do que foi esse processo. Essa troca, esse descortinamento de muitas ideias, que \u00e0s vezes a gente toma como lugar-comum, gera impactos inesperados em quem participa\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar do cen\u00e1rio negativo que disparou a necessidade de uma forma\u00e7\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia, Iraci tamb\u00e9m observa o outro lado: \u201cN\u00f3s conseguimos tirar algo de positivo desse caos todo que foi essa pandemia. Se n\u00f3s n\u00e3o tiv\u00e9ssemos esse per\u00edodo de isolamento, n\u00e3o ter\u00edamos a oportunidade de desenvolver esse trabalho. Estar\u00edamos na nossa atua\u00e7\u00e3o cotidiana sem esse momento de troca, sem esse compartilhar de saberes e fazeres\u201d. Anne concorda, e complementa: \u201cAntes desse momento a gente pensava que a conviv\u00eancia digital n\u00e3o era t\u00e3o verdadeira quanto a real. Por\u00e9m, esse ano a gente conseguiu finalmente, for\u00e7adamente talvez, entrar na era digital. Todas as gera\u00e7\u00f5es entraram na era digital, mesmo que tenha sido na marra. N\u00e3o necessariamente no sentido de inclus\u00e3o digital, mas no sentido de que muitas pessoas tiveram contato e somente o contato digital. Para quem n\u00e3o tem o contato f\u00edsico, isso foi importante e imprescind\u00edvel nesse momento\u201d.<\/p>\n","protected":false},"template":"","tags":[],"categoria_do_conteudo":[225],"class_list":["post-7340","conteudos","type-conteudos","status-publish","hentry","categoria_do_conteudo-artigos"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/conteudos\/7340","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/conteudos"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/types\/conteudos"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7340"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7340"},{"taxonomy":"categoria_do_conteudo","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.paulus.com.br\/assistencia-social\/wp-json\/wp\/v2\/categoria_do_conteudo?post=7340"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}