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SALMO 103,19-22
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Javé pôs no céu o seu trono, e sua realeza governa o universo. Bendigam a Javé, anjos seus, executores poderosos de suas ordens, obedientes ao som da sua palavra . Bendigam a Javé, seus exércitos todos, minist...

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21/12/2007 - A timidez não é um problema - Como transformar a introversão em algo positivo - Autor: J.S.Jackson

PROJETO DE LEITURA

Título:A timidez não é um problema
Como transformar a introversão em algo positivo

20,5 x 20,5 cm
30 páginas
Autor: J.S.Jackson
Ilustração:
R.W.Alley

Elaboração do Projeto: Beatriz Tavares de Souza



Apresentação:
Trata-se de um livro infantil que aborda aspectos do temperamento de crianças introvertidas e suas condutas tímidas, mas que apresenta dicas dando soluções que promovem a auto-estima e caminhos para que se sintam mais à vontade em seu meio social. É, portanto, uma obra com temática que traz mensagens às crianças, familiares e professores a fim de que não considerem a introversão como deficiência ou fraqueza, porém que saibam reconhecê-la como dom e desenvolvê-la de modo que se sintam bem em situações novas, superando os aspectos negativos desse tipo de temperamento.

Justificativa:
Livro que se refere à prática social e suas relações, cuja abordagem temática provoca discussões sobre valores humanos: pré-adolescentes, adolescentes, jovens e suas condutas; as razões que levam alguém a se sentir tímido e quais os caminhos a serem seguidos para superar esse sentimento de introversão. Com isso, oferece uma proposta de atividades interligadas às questões de caráter filosófico, nossos comportamentos e valores humanísticos aplicados como conteúdos de aprendizagem no ambiente escolar.

Projeto Pedagógico:
Como reconhecer potencialidades e como superar a timidez.
Temas Transversais:
Valores Humanos: promoção da auto-estima.
Indicação:
Para alunos do 5º ao 8º ano do Ensino Fundamental.
Objetivos gerais:
Tornar o educando um leitor, fazendo a conexão entre a temática abordada pelo livro, o cotidiano, a vivência e a pluralidade cultural.
Levar o professor a entender e a sentir as diferenças individuais e considerá-las no trato com os alunos. Ampliar essa reflexão, levando os alunos a se aceitarem e a aceitarem os colegas no sentido de fazê-los entender a importância do autoconhecimento, da aceitação das suas dificuldades e de valorizar suas qualidades.
Levar os alunos à participação ativa em debates, expondo suas próprias opiniões sobre o tema e compartilhando conhecimentos como protagonistas do saber.
Sensibilizar o educando para um relacionamento melhor com as pessoas do mundo que o cerca.
Dar condições para que o aluno produza diferentes textos e explore a significação de diferentes trechos da obra e das figuras de linguagem.
Levar o aluno a ler o texto em silêncio, propondo-se uma leitura de troca (o que eu já sabia, o texto confirma; no que ele modifica o que eu já sabia, e o que ele traz de novo sobre o que eu nunca havia pensado).
Oferecer leitura silenciosa para a criança descobrir o significado das palavras por meio da dedução do contexto e, posteriormente, utilizar o dicionário a título de confirmação.
Desenhar trechos, dramatizar a história.

Propostas de Atividades
Propomos que crie um clima favorável à leitura, despertando a curiosidade em relação ao conteúdo da obra. Propicie hipóteses sobre o título. O que consideram ser tímido?
Questione os alunos: quem aqui da sala de aula se acha tímido?
As imagens da capa mostram alguém tímido? Quem? Por quê?
Propicie um ambiente para que os alunos entrem em debate. Pergunte: quem podemos considerar nosso melhor amigo?

Propomos que solicite uma pesquisa sobre Albert Einstein, Elvis Presley etc. Forme grupos de dois ou três alunos e, com base nos exemplos dados pelo autor (pág.6), solicite que falem sobre alguns aspectos da vida, da timidez e como lidaram com isso.
Em relação aos alunos:
Faça com que descrevam sobre seus sentimentos e dificuldades. Que desenhem o próprio retrato, enumerem suas qualidades, desenhem seus amigos e apontem o que eles tem em comum.

Discuta com eles:
O que eu gostaria de ser quando crescer: Um poeta? Um inventor? Um esportista? Um professor?
Qual o significado da frase: “Enquanto eu der o melhor de mim, ninguém pode me criticar”.

Questione, desafiando-os a responder: o que você entende por esta frase: “Este é um médico que na medicina não deu muito certo”.

Na página sete observar com os alunos o sentimento transmitido pela imagem. Identifique os elementos que produzem esses sentimentos. A boca, os olhos e as sobrancelhas os quais se considera como três elementos que costumam ser responsáveis pelas emoções. Explorar os diferentes tipos de bocas, olhos e sobrancelhas que favorecem as diferentes emoções traduzidas nas imagens apresentadas naquela página.

Na página quatro as imagens mostram crianças a caminho de alguma atividade proporcionada pela escola. Explorar essas imagens, já que o autor as coloca retratando desafios a serem vencidos por meio da música, leitura, esporte etc.

Na página oito o autor fala de um círculo de confiança. Propomos que faça com que imaginem círculos de confiança na sala de aula, depois, dentro e fora da escola. Quais são os círculos que você imaginou para se mover? Em algum deles sentiu algum medo? Desenhe, relacionando os círculos (de seu bairro, escola etc.) e suas amizades.

Sugerimos que organize alguma brincadeira, de modo que sintam as possíveis dificuldades iniciais e como precisamos de persistência para conseguir vencê-las.

Para que o jovem adolescente aprenda a repudiar atitudes agressivas é preciso que saiba identificá-las. O papel da escola está inserido nesse desvelar de situações que mostram, por meio de discussões, diversos tipos de violência física, moral ou simbólicas que crianças, jovens ou adultos podem sofrer na vida cotidiana.

Propomos que forme grupos de dois ou três alunos e peça para discutir o texto da página 25 (chatos e agressivos). Mostre que o respeito mútuo significa muito no conceito de solidariedade. Ser solidário é, principalmente, além do respeito, partilhar um sentimento, tomando para si questões comuns como responsabilidade pessoal e coletiva entre pessoas do seu convívio social. Ou seja, é importante que o aluno perceba que pode ser solidário tanto ao ajudar um amigo em dificuldades quanto ao lutar por um ideal coletivo, por exemplo, ter um ambiente mais harmonioso e de interação mais saudável.

Nas páginas doze e treze o autor mostra o poder de transformar a própria timidez ou a de alguém por meio do sorriso.

Propomos que forme grupos de dois ou três alunos e solicite que comentem a frase: “um sorriso, um ‘oi’, um olhar depois”.

Desafio:

Tal como um “grupo secreto”, peça que crie um codinome para o seu grupo. Solicite que componham algum verso ou pequeno texto que fale sobre “o poder do sorriso amigo” e depois façam a troca dos textos entre os grupos. Propicie um ambiente para que cada grupo leia o texto ou verso que recebeu. Invente ou organize alguma brincadeira para que descubram qual foi o grupo que lhes enviou o texto escrito. Os alunos deverão dar a chance de ler para a classe o texto recebido de outro grupo ao colega considerado mais tímido do grupo.

Um assunto puxa o outro:

Contemple a linguagem musical, plástica, escultural etc., comentando sobre instrumentos musicais, compositores que criaram músicas erudita, popular e para danças como o balé. Fale de pintores, de teatro, da história de algumas bailarinas, da criação de uma cena dramática, enfim:
 Dê margem para que os alunos desenvolva algum trabalho advindo de seu talento, por exemplo, tocando algum instrumento ou levando alguma composição de texto musical, de poesia etc. Ou ainda mostras de pintura, escultura, no sentido de destacar e fazê-los entender o potencial (dons) que existe em cada indivíduo.
 Organize com os alunos uma exposição de todos os trabalhos e comente-os a partir da leitura deste livro. Oriente-os na colocação de molduras de papel cartão e etiquetas com o nome da obra, técnica utilizada, tamanho e nome do autor.
 Sugerimos que peça aos alunos que elaborem um convite para a mostra e, se houver tempo, comentem os trabalhos apresentados, discutindo: o tema, uso de cores, a composição, as possibilidades de leitura interpretativa das obras expostas, as possíveis dificuldades e o que cada um deixou no trabalho criativo como sua marca pessoal.

Outros desafios:

Incentive os alunos para que busquem alguma atividade que os interessem, por exemplo, formar uma banda, um time de alguma modalidade esportiva, um grupo de pesquisa em ciências, arte, literatura. Desafie-os a construir seu “novo círculo de confiança”.

Sugestões para avaliação:

Participação nas atividades, atendimento às propostas de trabalho; desempenho nos trabalhos em grupo, debates e criatividade.

Ressaltamos que as atividades aqui propostas têm por objetivo cooperar, oferecendo subsídios para a mediação do trabalho pedagógico com a obra A timidez não é um problema. Como transformar a introversão em algo positivo, da PAULUS Editora, e que não pretendem ser determinantes do trabalho desenvolvido em sala de aula, tendo em vista que somente o professor conhece as necessidades específicas de sua turma.


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