Crescem as religiões e aumenta a ausência de Deus. Proliferam devoções e superstições, apela-se para santos e santas, para figuras divinas ou divinizadas. Semelhante sacralização do imaginário em uma religiosidade festiva relega para longe o Deus vivo e verdadeiro, o Santo que paira acima de todo sagrado. Como abrir caminhos ao encontro direto e imediato com Deus na contemplação e no compromisso social? Como estar do lado de nosso povo em seu empenho de triunfar sobre as ideologias e manipulações religiosas, de chegar a falar de Deus e com Deus hoje, em tempos de globalização e de Nova Era? Está aí a questão, de maior urgência para a humanidade e para as religiões, abordada neste livro. Ele o faz inspirando-se no Evangelho, apoiando-se em mestres espirituais, em místicos e místicas, atento à sabedoria de filósofos como Henri Bergson e Emmanuel Levinas, e até na boa companhia de escritores como Guimarães Rosa e Carlos Drummond de Andrade.
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Um livro singelo que mostra a amizade como uma casa sem portas e sem preconceitos. Nele o autor descreve a amizade como uma força teofânica, isto é, Deus nos revela no rosto e na vida de nossos amigos. Por isso, quem não tem um amigo é inimigo de si mesmo.