18/04/2002 - Estudo sobre o homem aponta algumas características e dimensões do contexto pós-moderno em que vive
Antropologia Ousar para reiventar a humanidade de Juvenal Arduini “A globalização provoca efeitos colaterais tão fortes que chega a extirpar a vida humana. O choque de várias culturas, a destruição do meio ambiente, a predominância do mercado sobre o humano, a redefinição do divino e a neocolonização econômica, mostra que estamos vivendo os paradoxos de uma sociedade hipócrita...” Antropologia: ousar para reinventar a humanidade, de Juvenal Arduini, tenta responder a uma pergunta fundamental: O Homem ou a “máquina” sobreviverá? De forma simples, o autor sintetiza as mais variadas pesquisas antropológicas e procura dar uma resposta cabível a esta questão vital – o humano possui valor inalienável. É uma obra cheia de confiança no homem, na sua capacidade de construir, de encontrar soluções, de inventar saídas edificantes. Ela é otimista, mas não ingênua. Revela plena confiança no potencial humano: o homem está carregado de energias para semear, cultivar e colher os frutos de uma humanidade sadia, amadurecidos nas relações fraternas e ecumênicas. Immanuel Kant, filósofo alemão do século XVIII, queria despertar seus contemporâneos do “sono dogmático”, conclamando-os a “ousar a pensar” por si mesmos. Hoje podemos ouvir e sentir o mesmo apelo que vem de dentro da obra de Arduini, parodiando Kant: ouse ser pessoa, ouse reinventar sua humanidade. Antropologia: ousar para reinventar a humanidade é um apelo veemente à nossa rebeldia, à nossa coragem para quebrarmos os grilhões que impedem o surgimento de uma nova humanidade. Mas não é só. Oferece-nos as técnicas, o jeito ou o modo de preparar a terra para semear a semente ou o papel e o lápis para traçarmos o esboço de uma nova humanidade, pois “o homem é um ser em construção”. Juvenal Arduini foi professor de Filosofia na Faculdade de Filosofia Santo Tomás de Aquino, professor de Psicologia Médica na Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro. É membro efetivo da Società Internazionale Tommaso D’Aquino (Roma e Barcelona); da Internacional Society for Metaphysics (Washington); do ,World Phenomenology Institute (USA); e da Sociedade Brasileira de Filósofos Católicos. Membro do Comitê de Ética em Pesquisa na Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro. É autor de inúmeras obras, como: O marxismo, Homem-Libertação, Estradeiro, Horizonte de esperança – Teologia da Libertação, Destinação antropológica, dentre outros. Serviço Antropologia: ousar para reinventar a humanidade Autor: Juvenal Arduini Coleção: Estudos Antropológicos Formato: 21 x 13,5; 176 páginas;
Antropologia Ousar para reiventar a humanidade de Juvenal Arduini
Antropologia: ousar para reinventar a humanidade, de Juvenal Arduini, tenta responder a uma pergunta fundamental: O Homem ou a “máquina” sobreviverá? De forma simples, o autor sintetiza as mais variadas pesquisas antropológicas e procura dar uma resposta cabível a esta questão vital – o humano possui valor inalienável.
É uma obra cheia de confiança no homem, na sua capacidade de construir, de encontrar soluções, de inventar saídas edificantes. Ela é otimista, mas não ingênua. Revela plena confiança no potencial humano: o homem está carregado de energias para semear, cultivar e colher os frutos de uma humanidade sadia, amadurecidos nas relações fraternas e ecumênicas. Immanuel Kant, filósofo alemão do século XVIII, queria despertar seus contemporâneos do “sono dogmático”, conclamando-os a “ousar a pensar” por si mesmos. Hoje podemos ouvir e sentir o mesmo apelo que vem de dentro da obra de Arduini, parodiando Kant: ouse ser pessoa, ouse reinventar sua humanidade.
Antropologia: ousar para reinventar a humanidade é um apelo veemente à nossa rebeldia, à nossa coragem para quebrarmos os grilhões que impedem o surgimento de uma nova humanidade. Mas não é só. Oferece-nos as técnicas, o jeito ou o modo de preparar a terra para semear a semente ou o papel e o lápis para traçarmos o esboço de uma nova humanidade, pois “o homem é um ser em construção”.
Juvenal Arduini foi professor de Filosofia na Faculdade de Filosofia Santo Tomás de Aquino, professor de Psicologia Médica na Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro. É membro efetivo da Società Internazionale Tommaso D’Aquino (Roma e Barcelona); da Internacional Society for Metaphysics (Washington); do ,World Phenomenology Institute (USA); e da Sociedade Brasileira de Filósofos Católicos. Membro do Comitê de Ética em Pesquisa na Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro. É autor de inúmeras obras, como: O marxismo, Homem-Libertação, Estradeiro, Horizonte de esperança – Teologia da Libertação, Destinação antropológica, dentre outros.